• Conheça nosso jeito de fazer contabilidade

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Vestibulum sit amet maximus nisl. Aliquam eu metus elit. Suspendisse euismod efficitur augue sit amet varius. Nam euismod consectetur dolor et pellentesque. Ut scelerisque auctor nisl ac lacinia. Sed dictum tincidunt nunc, et rhoncus elit

    Entenda como fazemos...

Notícia

Do Operacional à Liderança Estratégica

Dados recentes mostram que gestores sobrecarregados e centralizadores comprometem resultados, enquanto a delegação estratégica e a diversidade emergem como pilares da liderança moderna

A transição do operacional para o estratégico é o maior rito de passagem de um profissional. Muitos líderes, porém, ficam presos na “armadilha da competência”: por serem excelentes técnicos, acreditam que ninguém fará o trabalho tão bem quanto eles. Trata-se de um erro de visão que custa caro à organização e à saúde do gestor.

Liderar não é sobre controlar cada movimento, mas sobre orquestrar talentos.

Ao utilizar o modelo DISC, por exemplo, o líder entende que a forma de delegar para um perfil de Alta Dominância (focado em resultados rápidos) deve ser diferente da abordagem adotada com um perfil de Alta Estabilidade (que precisa de processos e segurança). Sem esse ajuste, o líder estratégico não nasce, e o gestor continua “apagando incêndios”.

“Um líder que centraliza não é um herói; é um gargalo que impede o crescimento da própria equipe.”

Para 2026, o cenário da liderança exige uma postura ainda mais analítica. Dados do Gartner (2024) revelam que 75% dos gestores se sentem sobrecarregados com o aumento de suas responsabilidades, e 69% admitem que não se sentem preparados para liderar as mudanças necessárias em suas organizações. Esse despreparo reflete diretamente na retenção: lideranças autoritárias e centralizadoras perderam espaço, e 34% dos gestores já reconhecem que esse modelo é obsoleto para as novas gerações.

Além disso, a diversidade na liderança não é apenas uma pauta social, mas um driver de lucro.

Relatórios da McKinsey mostram que empresas com maior diversidade de gênero em cargos de decisão têm 25% mais chances de registrar lucratividade acima da média. Quando o líder aprende a delegar e a incluir diferentes perfis comportamentais, ele não apenas ganha tempo, mas também potencializa o ROI (Retorno sobre Investimento) do capital humano.

Pode-se concluir, portanto, que o desenvolvimento de lideranças tornou-se prioridade número um para os RHs em 2025. O movimento do mercado indica que investir em programas de mentoria e workshops sobre delegação eficaz pode reduzir a sobrecarga administrativa dos diretores, que hoje dedicam cerca de 68% do seu tempo a tarefas operacionais.

Libertar-se da operação é, portanto, o primeiro passo para garantir a sustentabilidade do negócio e a longevidade da carreira executiva.