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Copom mantém projeção de aumento das tarifas de telefonia e eletricidade

O Comitê também manteve as projeções de reajuste em 0% para gasolina e gás de botijão no acumulado deste ano.

Autor: Gladys Ferraz MagalhãesFonte: InfoMoney

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, em sua ata da reunião de agosto, divulgada nesta quinta-feira (9), manteve as projeções de aumento das tarifas de serviços públicos essenciais.

Na última reunião, o Comitê manteve a projeção de aumento de 1,6% neste ano para as tarifas de telefonia fixa. Desde que o Copom iniciou as projeções para este ano, na reunião de novembro do ano passado, a elevação para o serviço  de telefonia se manteve nesse percentual.

Já com relação às projeções para as tarifas de energia elétrica, o Comitê prevê um aumento de 3,7% - 2,2 pontos percentuais acima do projetado na reunião anterior, de julho, quando ficou em 1,5%.

O Comitê também manteve as projeções de reajuste em 0% para gasolina e gás de botijão no acumulado deste ano.

Preços administrados
As projeções de reajuste para o conjunto de preços administrados para o acumulado de 2010 se mantiveram em 3,6%. O percentual é o mesmo desde a reunião de abril. Até então, o Copom projetava aumentos em torno de 4%.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esse conjunto de preços representou 29,30% do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do sétimo mês do ano.

A projeção considera, entre outros fatores, componentes sazonais, variações cambiais, inflação de preços livres e inflação medida pelo IGP (Índice Geral de Preços).

Copom
O Copom foi criado em junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa básica de juro. Até o final de 2005, as reuniões do colegiado aconteciam com frequência mensal, mas, a partir de 2006, passaram a ocorrer aproximadamente a cada 45 dias, totalizando oito reuniões ao ano.

O modelo adotado no Brasil é similar ao do Federal Reserve, o banco central norte-americano, que tem no FOMC (Federal Open Market Committee) a centralização das decisões de política monetária, trazendo mais transparência ao processo decisório.

De acordo com o Banco Central, os objetivos do Copom são "implementar a política monetária, definir a meta da taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o Relatório de Inflação". Vale lembrar que a taxa de juro fixada na reunião do colegiado é a meta para a Selic, que vigora no período até a próxima reunião do comitê.